A Secretaria de Estado de Transportes e Obras Públicas (Setop) adotou, a partir de 1º de janeiro de 2015, a política de transparência pública como sua principal ferramenta de comunicação, acessível a todos os cidadãos, aí incluídos gestores públicos e detentores de mandato.

Exceção na maioria dos portais públicos do governo de Minas até o final de 2014, entendemos que não há outra forma de prestar contas ao cidadão, senão a disponibilização integral das informações públicas. O que, aliás, é um dever de todo gestor público.

Por isso, e diante das inúmeras demandas sobre o passivo de obras herdadas pelo Governo de Minas, a Setop torna pública a relação de obras encontradas paralisadas, a qual engrossará o rol das boas práticas de gestão, traduzida em transparência.

Ainda que a ausência de transparência e a fragmentação do banco de dados herdados abram brechas a erros, esta secretaria dá por concluído o capítulo sobre uma má gestão que, sem qualquer dúvida, culminou na paralisação de obras de interesse dos mineiros de várias regiões.

Anexamos, também, alguns documentos complementares que ajudam a entender o porquê de centenas de empreendimentos terem sido paralisados no final de 2014.

 
Retrato de uma má gestão: prédio inacabado do Centro Integrado de Comando e Controle em Belo Horizonte. Ele deveria estar pronto antes da Copa de 2014.